Central do Textão: nós somos a resistência

Escrever é fardo e sina. Você pode tentar se esconder (produzindo para terceiros ou editando outrem), você pode tentar evitar e resumir em 140 caracteres, mas tudo o que vai estar fazendo é tentar se livrar de um karma que também é um prazer. Mesmo que você ainda não seja bom o suficiente. Mesmo que você já seja bom o suficiente com livro publicado e tudo.

Qualquer dia preciso lembrar de falar pra vocês do livro da Rosa Montero, que me fez ver muito além do meu umbigo sobre o processo de escrever e sobre como os caras fodas são pessoas iguaizinhas a mim ou ao vizinho ou a você. E da alegria que senti ao me ver traduzida ali e de como não estou sozinha.

Aliás, não estamos. E agora estamos juntos aqui, num “movimento transgressor” pois na contramão da bolha criada pelo Zuckinha (aquele dono do Facebook e de meio mundo), de resistência, voltando ao blog de raiz numa iniciativa <3 da Tina, num feed cheio de gente grande e legal e boa. Um condomínio de blogs como os que eu costumava frequentar nos idos de 1998, com gente de verdade escrevendo sem Photoshop pra quem quiser ler.

Chega aí, não repara na bagunça do quarto porque acabei de me mudar, fique à vontade. Aproveita a vista aqui fora, a vizinhança é incrível.
Central do Textão

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4 opiniões sobre “Central do Textão: nós somos a resistência

  1. Achei esse livro muito incrível, mas só tem em espanhol, Tina (não que eu ache que vá ser problema at all). Vou falar mais dele aqui :)

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